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“Métodos alternativos propõem a resolutividade duradoura de conflitos”, afirma magistrada

Durante evento em Manaus, conselheira do CNJ falou sobre a política judiciária nacional dos métodos autocompositivos e seus pilares
segunda, 16 de abril de 2018

Durante evento realizado no Tribunal de Justiça do Amazonas, sobre “Políticas Públicas de Tratamento Adequado de Conflitos”, a conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Daldice Santana de Araújo, afirmou que os métodos alternativos rompem paradigmas e propõem a resolutividade duradoura de conflitos.

“Com a conciliação e a mediação não queremos desprezar a importância das sentenças, que deve ser aplicada quando necessária. Todavia, queremos trabalhar o diálogo entre as partes com a perspectiva de que tenhamos um resultado duradouro, uma vez que a decisão (por conciliar) é tomada pelas partes e ninguém recorre de sua própria decisão, que imaginamos, é tomada de forma consciente”, explicou a conselheira.

O workshop foi organizado pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Resolução de Conflitos (Nupemec) e contou com o apoio Escola Superior de Magistratura do Amazonas e Escola de Aperfeiçoamento do Servidor. Além de Daldice, que abordou “A política judiciária nacional de tratamento adequado de conflitos e seus pilares”, magistrados e técnicos que são referência no tema como, juiz Gildo Alves, Shirley Catani Mariani e a juíza Vanessa Aufiero da Rocha também palestraram sobre a solução adequada de conflitos.

Para a conciliadora da câmara privada Vamos Conciliar, Ludmilla Gomes, a solução pacífica de conflitos precisa ser estimulada. “O resultado é muito positivo. Atendemos clientes que estavam há anos tentando uma solução e não conseguiam. Muitos também afirmam que não sabiam da possibilidade de resolver um conflito fora dos tribunais”, explica Ludmilla.

* Com informações CNJ

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