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Mediação empresarial preserva o bom funcionamento de instituição

O desgaste emocional pode afetar tanto as relações entre os sócios, como entre as equipes de trabalho e refletir em pessoas que não estejam envolvidas diretamente
terça, 24 de julho de 2018

É sabido que os conflitos são inerentes às relações humanas e estão presentes em todos os lugares, o que não é diferente no ambiente de trabalho, onde o conflito coloca em risco a paz social que acaba por refletir nos relacionamentos internos e externos da empresa.

A forma de lidar com estes conflitos pode prejudicar não só os lucros empresa, mas também a qualidade e saúde empresarial. As empresas podem enfrentar conflitos de várias espécies, como: conflitos nas relações, conflitos sobre interesses, conflitos organizacionais, conflitos estruturais, dentre outros.

Certamente, esses conflitos vão acabar gerando um custo para a empresa, custos esses diretos e indiretos. Os custos diretos são relacionados às questões trabalhistas e legais; e os indiretos se referem ao desgaste emocional sofrido pelos envolvidos e o reflexo desse dissabor.

Os contratempos surgem tanto nas relações internas como nas externas da empresa. O desgaste emocional pode afetar tanto as relações entre os sócios, como entre as equipes de trabalho e refletir em pessoas que não estejam envolvidas diretamente.

“Já que o conflito é natural às relações, a ideia é preveni-lo e oferecer uma estrutura organizacional que preze pelo diálogo através de ações voltadas ao gerenciamento do litígio. O que se espera das organizações empresariais é que elas adotem os métodos consensuais como forma de resolução de conflitos”, explica a diretora da Vamos Conciliar, Perla Rocha.

Neste sentido, a Conciliação e a Mediação são métodos extrajudiciais eficazes para resolução de conflitos empresariais, no qual as partes serão auxiliadas por um terceiro imparcial, o conciliador que atuará como facilitador e restaurador da comunicação entre as partes.

Os métodos consensuais de conflitos, em especial a mediação e a conciliação, ganharam força com a entrada em vigor do atual Código de Processo Civil e da Lei de Mediação, que prestigiam as práticas amigáveis de resolução de conflitos.

É um processo confidencial e voluntário, em que a responsabilidade pela construção dos acordos cabe às partes. Um momento em que as partes trabalham com cooperação, o processo de mediação auxilia as partes a preservarem os relacionamentos comerciais, produzindo resultados altamente exequíveis e efetivos.

De acordo com Perla, os benefícios desses métodos vão desde o menor custo, maior celeridade e redução do desgaste emocional. “É uma forma das partes reconstruírem a sua relação, mantendo total controle sobre o resultado do processo e conciliando os diferentes interesses e necessidades”, esclarece a diretora.

A empresa que adota a Conciliação e a Mediação como modelo de gestão de conflitos, prestigia a pacificação das relações, restaura o respeito e a credibilidade entre os envolvidos, além de preservar a sua imagem e, diminuir eventuais reflexos de ordem econômica e financeira para todos os envolvidos.

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