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Conciliação é alternativa para “superendividados”

Pesquisa realizada pelo Nudecon revelou que os idosos são os principais afetados pelo superendividamento
sexta, 13 de julho de 2018

O superendividamento é uma realidade na vida de muitos brasileiros, principalmente em mulheres de 55 anos, é o que revela a pesquisa realizada pela Defensoria Pública do Rio de Janeiro. Realizar acordo com os bancos é uma alternativa para quem pretende quitar os débitos e regularizar a vida financeira.

O estudo foi realizado com os consumidores que buscaram a Comissão de Superendividados, do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon). A pesquisa revelou que 64% dos participantes têm mais de 55 anos e que três de cada dez pessoas que buscaram o núcleo tem mais de 70 anos.

Segundo o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (IDEC), existem dois tipos de superendividados: ativo e passivo. O ativo consome além do que ganha, ou seja, os seus gastos são maiores que o seu orçamento. O passivo está endividado por imprevistos: casos de doenças, desemprego, redução de salário, divórcio etc.  

A oferta de crédito consignado para idosos que são servidores públicos ativos ou aposentados é mais agressiva do que para trabalhadores em geral. Para a mediadora da Vamos Conciliar, Catarina Urraca,  o acordo é a melhor alternativa para quem deseja retirar a restrição do nome. “A conciliação é um procedimento rápido, econômico e seguro. O acordo é satisfatório para as duas partes, o consumidor consegue pagar os débitos com o banco e organiza a sua situação financeira. Já os bancos recebem os valores acordados e evitam que as causas entrem na fila do Judiciário”, afirma.

Catarina ainda explica que os acordos podem ser realizados por pessoa física e jurídica, no âmbito privado ou público, nacional ou internacional, desde que o caso envolva direitos disponíveis. “É importante lembrar que a conciliação pode ser feita pelo computador ou celular com acesso à internet. O conciliador auxilia as partes na construção do acordo”, explica.

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